As recorrentes cenas lamentáveis de covardia e agressão contra árbitros, assistentes e atletas adversários no futebol brasileiro — do futebol de base ao amador e profissional — exigem uma resposta imediata. Passou da hora da CBF, Federações e Ligas tomarem medidas drásticas contra a conduta antidesportiva desses atletas.
A proposta é clara: banimento temporário de 3 anos para qualquer jogador que agredir fisicamente um árbitro ou um colega de profissão (indo para as vias de fato), impedindo-o de atuar em qualquer competição oficial. Além disso, as equipes desses agressores devem ser severamente multadas e responsabilizadas.
É só abrir a internet e acompanhar quanta covardia e cenas lamentáveis de agressões e brigas dentro de quadras e campos de futebol no Brasil.
O caso mais recente dessa escalada de violência ocorreu no último domingo (26/07), na várzea de Itapetininga (SP). O árbitro Juliano Assis de Souza foi covardemente atingido por uma cabeçada dada pelo jogador Fabinho, do Athenas, após ser expulso. O impacto foi tão grave que o juiz precisou ser hospitalizado e passará por cirurgia.
Agressão não é futebol. Sem punições rígidas aos atletas agressores e às suas equipes, a impunidade continuará manchando o esporte.
📍 Fonte: Blog do Barletta
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Insight: @blogdobarletta
DRT/SP │ desde 13/06/2005

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