Hoje, com as limitações físicas
chegando e os recursos financeiros cada vez mais escassos, muitos continuam
lutando em silêncio, acreditando que ainda vão vencer os obstáculos. Seguem em
frente, mesmo machucados por fora e por dentro, apenas para não preocupar quem
está ao seu redor.
O abandono, em muitos casos,
parece ter se tornado algo normal, mas não deveria ser. Aquela harmonia que um
dia parecia eterna, muitas vezes dá lugar à distância, à indiferença e ao
desprezo.
Não podemos escolher como as
outras pessoas irão agir ou construir suas vidas. Cada um faz suas próprias
escolhas. O que nos resta é manter a dignidade, encontrar forças para suportar
a dor e assistir, como se fosse um filme, aos caminhos que cada pessoa decide
seguir.
Talvez a maior tristeza não seja
a falta de dinheiro, mas a sensação de se tornar irrelevante para aqueles por
quem tanto se fez. Ainda assim, quem viveu com empatia e ajudou o próximo deixa
uma marca que o tempo não apaga, porque o verdadeiro valor de uma pessoa está
no amor que ela foi capaz de oferecer.
Insight: @blogdobarletta
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